DIY Ombré em copos de vidro

 

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Aparentemente o efeito ombré ainda mora no coração de algumas pessoas, inclusive no meu. Quem me acompanha no snap (segue lá, é salateando) viu que semana passada eu fiz a louca do spray e saí pintando algumas coisinhas. Aí esses dias encontrei esse tutorial bem simples e que fez toda diferença nesse jogo de copos de vidro e já estou até pensando em comprar mais spray para dar um up em algumas peças que tenho por aqui. A ideia é do Studio DIY e lá você encontra o tutorial completo, em inglês mas não tem mistério.

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instalove: rclayton

rclayton

A primeira vez que eu vi o instagram da Rosie Clayton eu fiquei muitos, mas muitos minutos olhando o feed dela. É tudo maravilhosamente colorido e harmonioso. Não tem como se cansar de ver as fotos lindas que ela publica, mas o mais legal de tudo são os looks que sempre combinam perfeitamente com a parede escolhida, algumas vezes parece até que ela se vestiu pensando onde iria fotografar. Vale a pena acompanhar a conta dela e encher seu dia de cor.

Rosie Clayton
@rclayton

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5 coisas que eu não dou a mínima

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Muita gente acredita que eu sou uma pessoa super fácil de lidar, calma, simpática e bem humorada. Não que eu não seja, mas eu não sou tão legal quanto essas pessoas pensam. Direito meu, afinal ninguém merece ser legal 100% do tempo e tem umas coisas que as pessoas idolatram que me reviram os olhos na maioria das vezes. Tenho preguiça, não gosto, acho que exageram na idolatria e por aí vai. Aí outro dia lendo o Maionese, da Raquel Arellano, vi o post 5 coisas que eu não dou a mínima e na hora pensei: “Preciso fazer isso pra já!”. Demorei um pouco, mas aqui estão as 5 coisas polêmicas que vão fazer muita gente me odiar um pouco.

1-Bacon

Muito antes de resolver parar de comer carne eu já morria de preguiça dessa galera que fica idolatrando o Sr. Deus Bacon. Sério, é um troço salgado pra caralho, gorduroso e raramente sabem preparar de um jeito que fique realmente bom. Comia bacon? Sim, mas só quando eu tinha certeza de que não iria me arrepender, o que infelizmente não era muito raro, e em pouca quantidade, quando tava ali no prato só pra dar um tchan na comida mesmo.

2-Televisão

Houve um tempo na minha vida que eu adorava assistir televisão, o que auxiliou na decisão de fazer faculdade de Rádio e TV. Apesar de ter escolhido esse curso, ter trabahado em uma emissora grande, adorar o trabalho em estúdio, eu não tô nem aí pro que está passando na tevê. Não assisto programa nenhum. Os programas são, na maioria, cópias de programas gringos, com pautas fraqúissimas e desinteressantes, o que era para ser engraçado não tem a menor graça, o jornalismo é tendencioso ou extremamente catastrófico e daí por diante. As novelas eu nem posso opinar muito bem porque qualquer coisa que eu assisto por 5 minutos me dá nervoso, acho as atuações horríveis – não que eu seja uma ótima atriz – e somente um ator/atriz ou outro que se salva, mas esses geralmente estão beirando a cova. Obviamente me refiro a canais nacionais de entretenimento, embora nem os gringos me interessem muito, tanto que cancelei minha assinatura da SKY há mais de 01 ano e não sinto é falta alguma.

3-Praia

Verão ta aí e povo fica tudo alvoroçado para pegar estrada rumo ao litoral. Curtir um sol, botar os pés na areia, dar um mergulho no mar, pegar umas ondas…insira aqui um emoticon revirando os olhos. Ir à praia, para mim, é sinônimo de mau humor devido ao sol quente, não importa quantas caipirinhas eu tome, eu vou ficar irritada por causa do sol, porque obviamente estarei besuntada de protetor solar, já que a pessoa, além de super branca, tem uma constelação de pintas espalhadas pelo corpo, o que aumenta em 1.000% os riscos de se pegar um câncer de pele devido exposição ao astro rei. Aí os poros não respiram direito por conta do protetor solar e a pessoa começa a escorrer suor por debaixo dos braços, dos seios, da bunda, na virilha, atrás dos joelhos. Sem contar a disputa por um pedacinho de areia, principalmente em alta temporada, aí sempre tem aquelas crianças que passam correndo e levantam uma nuvem de areia que gruda no seu corpo deliciosamente besuntado. Aí para tirar aquilo tem que entrar no mar e sabe-se lá o que tem dentro daquela água, com aquele povo nadando há horas. Sem contar as ondas, tenho pavor de onda. Resumindo, não me convidem para a praia, a não ser que seja para não chegar perto da areia em diante.

4-Gatos

Primeiramente, não me odeie! Eu acho eles lindos, quando visito alguém que tem em casa eu converso com eles com aquela voz idiota que todo mundo faz e confesso, também me dá vontade de abraçar e esmagar alguns. Só que eu tenho uma aflição inexplicável de pelo de gato, sem contar que gruda até na sua alma. Não consigo ficar na cozinha com os cabelos soltos, imagine deixar um gato andando por ela deliberadamente soltando pelos? Pode ser esquisito, mas eu não sei nem explicar muito bem, eu apenas não sou a maior fã de gatos e todas as vezes que alguém posta qualquer coisa de gato eu passo reto a não ser que sejam imagens de filhotinhos, mas até aí todo filhotinho é adorável. Além de tudo eu ainda desconfio pra caralho de gatos, eu nunca sei se eles vão me arranhar, me lamber, sair correndo ou o que mais eles possam fazer como forma de interação. Quando Alice chega perto de algum gato eu me arrepio inteira e sempre acho que vão arranhar a cara dela. As únicas coisas que eu gosto em felinos são que eles não fazem muito barulho e a cara que eles têm de “não tô nem aí pra você”, de resto, me desculpe, mas eu passo.

5-Crianças

Não é só porque eu tenho uma filha e sempre quis ser mãe – inclusive quero mais – que eu tenho que gostar de toda criança que aparece na minha frente ou ser a tia legal da excursão. Eu não tenho saco para lidar com criança, ficar entretendo contando histórias, brincando e afins. Eu faço isso demais com a minha filha todos os dias e eu amo, mas ela é minha filha. Lidar com o filho dos outros é sempre uma surpresa e nem sempre agradável. Elas podem chorar, serem mimadas, respondonas, chatas, curiosas, folgadas e mais um monte de coisa que, se fosse um adulto, eu mandaria à merda. Outro dia fui no aniversário de uma amigona minha e logo que chegamos lá Alice viu um menino e uma menina ao lado de uma mulher lendo e brincando com eles. Na hora ela grudou no trio, minutos depois a mulher veio me falar que estava indo para uma outra mesa e perguntou se Alice poderia ir junto. Estava no meu campo de visão, deixei. Essa tia, eu jamais seria ela. Cataria minhas cria e iria para a outra mesa, sem levar filho de ninguém como membro extra. Eu hein, depois a criança me irrita e eu ainda tenho que ser legal porque é criança. É, porque as pessoas acham que criança pode tudo, inclusive ser um pé no saco, porque é criança. Comigo não pode não.

Não me odeie! Apesar de que se tivesse um ítem 6 seria: “não tô nem aí para o que alguém pensa de mim”, então tudo bem se me odiar um pouco. ♡

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