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Eu sou muito chata pra gostar de série. Também acho esses filmes de lobo, vampiro e afins tudo um saco – desculpem-me os fãs de Crepúsculo, assisti o primeiro filme e achei óh, uma merda! –, a última coisa que assisti com personagens que se transformam foi a série Grimm – falei dela no começo do blog – , mas parei de acompanhar, apesar de gostar. Mês passado eu e o noivo, que adoramos uma parada de terror e suspense, resolvemos assistir a série Hemlock Grove, produzida pelo Netflix e baseada no livro de Brian McGreevy. Eu já comecei a assistir com aquele pré conceito de que seria mais uma série adolescente, vampiro, lobisomem, blá, blZzZzZz… Me enganei e me enganei legal! A série é ótima e não tem nada a ver com essas coisas que mencionei antes.

Hemlock Grove é uma cidade fictícia da Pensilvânia onde acontecem uma série de assassinatos e muitos mistérios envolvendo seus habitantes. Logo no primeiro episódio uma jovem é brutalmente assassinada e todos começam a suspeitar do jovem Peter Rumancek (Landon Liboiron), um cigano que muda para a cidade com sua mãe e que rumores indicam ser um lobisomem. Outro suspeito é Roman Godfrey (Bill Skarsgård), filho de Olívia Godfrey (Framke Janssen) e herdeiro da Torre Branca, um complexo laboratorial onde experiências secretas são realizadas. A primeira temporada é bem diferente da segunda. As transformações dos personagens não eram tão frequentes e nem tão explícitas. Já na segunda tempora, o termo terror se faz mais presente, com muito sangue e coisas bizarras.

Em setembro foi confirmada a terceira e última temporada, que deve ir ao ar em meados de 2015. Eu, que já assisti as duas temporadas completas, não vejo a hora de lançarem a próxima e ver como é que os personagens vão se sair. Pra quem gosta de muito suspense e terror, essa é uma ótima pedida. Aproveita o mês de dia das bruxas e se joga em Hemlock Grove.

Ah, pra quem for assistir a série, indico acessarem a Wiki de Hemlock Grove (em inglês) quando surgirem algumas dúvidas em relação aos personagens. ;)

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Escrito por Stephanie Salateo
criadora de conteúdo criativo, mãe de Alice e Caetano, moro em São Paulo e não vivo sem café. tenho 31 anos e sou geminiana com ascendente em câncer, ou seja, não faço muito sentido.