A febre dos seriados começou no Brasil, mais ou menos ao mesmo tempo em que os canais Sony, Warner, etc. surgiram por aqui. Desde então o número de séries aumentou, assim como o público. Tem para todos os gostos e dos mais diversos temas possíveis. Uns repetidos, outros nem tanto. Mas você sabe onde e quando isso começou?

Ao contrário do que muitos pensam, as séries não são coisa recente. Em 1908, na Europa, principalmente na França, era costume a publicação de fascículos quinzenais de tema policial. Baseado nisso surgiu “Nick Carter“, o primeiro seriado, dirigido por Victorin Jasset. Depois dele, muitos outros vieram com o mesmo tema, inclusive “Sherlock Holmes“. Desde então os seriados se tornaram mania mundial.

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É claro que eu não ia ficar de fora. Adoro seriados, principalmente os da linha de “Supernatural“. Como todo mundo já sabe, a nova temporada só estréia no Brasil ano que vem e para ninguém ficar de mimimi ou sofrendo de abstinência, segunda-feira agora vai estrear no Universal uma série bem parecida: Grimm. Nick (David Giuntoli) é um policial que descobre ser um dos últimos parentes dos Irmãos Grimm – sim, aqueles que escreveram contos infantis com personagens malvados, lá pra 1800 – e que são uma família de caçadores (opa, já viu isso antes né?). Sua Tia Marie, que está em seus últimos dias por conta de um Câncer, tem um trailer cheio de livros e apetrechos para combater os seres que sairam das histórias que os Grimm escreveram.

É como se tudo que a gente viu nas fábulas infantis, fossem histórias reais. No episódio piloto, Nick e seu parceiro investigam um caso de uma garotinha de blusa vermelha que desapareceu num bosque e o vilão era um homem que se transformava em que? Em “Lobo-Mau”. Eu já assisti o episódio piloto e mais 2 e posso falar que a série é bem legal mesmo! Vale a pena conferir.

Então não perca, Segunda-feira às 21h no Universal Channel. Depois vem aqui e me conta o que você achou!

 

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Escrito por Stephanie Salateo
criadora de conteúdo criativo, mãe de Alice e Caetano, moro em São Paulo e não vivo sem café. tenho 31 anos e sou geminiana com ascendente em câncer, ou seja, não faço muito sentido.