A saga ruiva, o retorno: o ruivo acobreado perfeito

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Depois de 2 anos sem tingir o cabelo por causa da gravidez e depois amamentação, finalmente voltei a ser ruiva e o melhor é que rapidinho já consegui um tom de ruivo acobreado que eu sempre amei. O mais engraçado é que nesse tempo sem tingir eu cortei o cabelo bem curto, ficando completamente natural e algumas pessoas chegaram a me perguntar por que eu havia escurecido o cabelo. Ou seja, todo mundo jura que nasci ruiva. Quem me dera! Hahaha Bom, antes de começar falando da última aplicação, preciso falar de como eu comecei A saga ruiva, o retorno. Na primeira aplicação eu escolhi passar a Itely Colorly 2020, simplesmente porque eu sempre amei os tons de ruivos dessa marca e nunca encontrava o que queria na perfumaria, como tinha no dia, acabei trazendo pra casa a 8R e apliquei com oxigenada 30 volumes. Não foi um grande sucesso porque eu passei tudo de uma vez, tipo amadorismo total e isso fez com que as pontas ficassem mais escuras do que a raíz, porém eu gostei muito da tonalidade, já que dessa vez eu não queria o ruivo laranjinha que usava antes. De qualquer forma fica o conselho para você: leia a embalagem e siga as instruções! Já que tá fazendo em casa, faça direito, não faça como eu fiz. Eu nunca tingi em salão, mas como fiquei anos passando sempre a mesma tonalidade, não tinha segredo e com o cabelo todo natural o processo é diferente.

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Para continuar a saga ruiva eu escolhi usar a tintura Itely Colorly 2020 nas tonalidades 8R e 7T, na verdade eu queria a 8T, mas como não tinha eu trouxe pra casa a 7T mesmo. Usei um tubo de cada (tenho cabelo pra cacete!) com oxigenada 30 volumes. Dessa vez eu apliquei a tintura da nuca até a altura das orelhas e esperei uns 25 minutos antes de continuar aplicando no restante do cabelo. Eu queria que ficasse o mais homogêneo possível. Não ficou tão homogêneo, mas também não ficou tão escuro como da primeira vez. Acredito que na próxima coloração já fique tudo bonitinho.

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No antes você percebe que meu cabelo estava meio castanho claro e é porque eu esperei uns 2 meses desde a primeira aplicação, porque sim. As duas fotos foram tiradas dentro de casa com iluminação natural. E abaixo o resultado final com luz natural em um lindo dia nublado de primavera.

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Eu gostei muito desse tom porque é bem o que eu queria: um cobre enferrujadinho. É mais discreto que o laranja que eu usava antes e fica no mesmo tom das minhas sardas, ou seja, acho harmonioso. Pela primeira vez na vida ruiva eu fiquei tão satisfeita com a cor que quero manter a mesma tintura no próximo mês. Porque antigamente cada retoque eu usava uma tinta diferente. Agora a minha dúvida é se eu faço como sempre fiz e espero o próximo mês para tingir novamente ou se aplico um tonalizante tipo o Keraton – ouvi (li) maravilhas dele –  no meio do caminho. 

Info.: você encontra Itely em perfumarias grandes, dessas que vendem produtos para salão e cada tubo de coloração sai por volta de R$22,00 e cada oxigenada custa em média R$6,00. 

ps.: só a primeira foto tem filtro, as outras eu só ajustei o tom para deixar o mais real possível. ;)

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Resenha: protetor solar Neutrogena Ultra Sheer FPS 70

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A primavera tá logo ali e é hora de voltar a usar aquele protetor solar potente para proteger a pele do corpo e do rosto. Resolvi trazer aqui para o blog minhas impressões sobre o protetor solar facial que uso desde o verão passado e que foi o que melhor me adaptei, o Neutrogena Ultra Sheer FPS 70.
A escolha de um fator de proteção alto para mim é super importante porque tenho sardas e pintas, portanto não posso tomar sol de jeito nenhum. De acordo com a marca:

Neutrogena® Ultra Sheer FPS 70 combina as tecnologias Helioplex® e Dry Touch, proporcionando uma solução altamente eficaz contra os raios UVA/UVB. Tem formulação ultraleve, não-oleosa e com toque seco, deixando a pele macia. É resistente à água e ao suor.

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Minha pele é mista, ou seja, na região do nariz ela fica um pouco oleosa em dias muito quentes, então eu tinha medo que acontecesse de deixar meu nariz com excesso de oleosidade, o que não ocorreu. Também não deixou a pele pesada, dá para passar base por cima tranquilamente. A única coisa que me incomodou foi o fato de ser muito grosso, mas como o fator de proteção é alto, é normal que ele seja menos fluído. Por isso é um pouco difícil de espalhar, então eu sempre misturo com duas gotas do meu hidratante facial, que também é toque seco, para facilitar a aplicação. Apesar de ser mais grosso ele não deixa o rosto branco, tem rápida absorção e a pele fica seca e sem aquele cheiro de protetor solar.

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A bisnaga de 50g custa por volta de R$45,00 e acho o custo-benefício super OK. Vale o investimento para quem tem a pele normal a mista, para quem tem a pele realmente oleosa eu já não sei se ele seja tão eficiente nessa questão de toque seco, embora a indicação da marca seja para todos os tipos de pele. Para peles sensíveis ao sol como a minha ele é ótimo, minhas sardas não ficam mais evidentes, nem depois de um verão inteiro. Recomendo! Agora me diz, você já conhecia, já usou ou recomenda algum protetor solar facial bacana?

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Aquela selfie não é só uma foto sem maquiagem

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Outro dia eu fiquei tão passada com o quanto essa obsessão surreal com beleza está afetando as crianças, mais especificamente as meninas. Tão absurdo que as empresas estão vendo uma necessidade (e oportunidade) em criar linha infantil para diversas coisas como maquiagem e até mesmo sutiãs. É inegável que a indústria da moda tenha uma culpa absurda na maneira como enxergamos a nós mesmas. E isso está tomando uma proporção tão catastrófica que está afetando a maneira como nossas filhas enxergam seus pequenos corpos. Vi na tevê uma pesquisa com meninas de 4 anos se achando gordas e feias!!!!! Elas eram todas magras e bonitas. O motivo para isso era justificado ao final quando, em uma roda de conversa, elas repetiam frases que ouviam das próprias mães ao reclamarem de si mesmas.

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Semana passada um monte de gente começou a compartilhar fotos sem maquiagem em pról da campanha #StopTheBeautyMadness mas, infelizmente, na minha timeline foram pouquíssimas as ~selfies~ com a hashtag da campanha, 99% das postagens eram de um tal de desafio no qual quem não postasse a foto sem maquiagem em até 24 horas teria que dar um estojo de maquiagem ou até mesmo dinheiro para quem a desafiou. Uma espécie de desafio do balde que perdeu o sentido no meio do caminho.
A campanha é super bacana, é uma forma de fazer com que as pessoas deixem de ter vergonha de si mesmas e passem a se gostar mais como realmente são, sem maquiagem e corpos perfeitos. Podemos tomar como exemplo uma modelo que postou no instagram um comparativo do seu corpo com e sem photoshop porque ficou revoltada com a maneira exagerada que a emagreceram, sendo que ela já é magra. Eu mesma já tive várias crises, principalmente na adolescência e elas eram sempre relacionadas a beleza: meu corpo que não era bonito e magro, minha testa que é muito grande, minhas pernas que são finas e tortas. Hoje eu posso dizer com toda tranquilidade do mundo que estou muito feliz com o meu eu físico e até já fiz um post sobre a aceitação do meu corpo após a gravidez, que foi quando eu realmente passei a me amar de verdade. Foi um processo longo até chegar à aceitação total, mesmo não sendo neurótica em relação a isso há anos, foi só depois da gravidez, e de todas as mudanças físicas e hormonais, que minha ficha caiu. Eu sou bonita porque eu me amo e me aceito como sou, não porque eu uso maquiagem, escovo o cabelo, não como doces e estou sempre de dieta.

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Se a gente insistir em consumir essa imposição absurda da mídia, nós continuaremos nos sentindo criaturas inferiores, achando sempre que o cabelo da vizinha é mais sedoso e que a pele da amiga é tão perfeita e macia que ela nunca vai envelhecer. Ou pior, vamos continuar criando nossos filhos para que sejam crianças e adultos inseguros ou maldosos com os outros. A campanha #StopTheBeautyMadness vai além de compartilhar uma fotografia sem maquiagem, ela foi criada para que você tenha consciência do mal que isso está fazendo a você e em quem se espelha em você, seja sua filha, sua irmã ou sua prima. Essa obsessão em ter um corpo, rosto e vida perfeita não vai te levar a lugar nenhum, a não ser a uma vida infeliz. Não se julgue, para que os outros também não sejam julgados. Não pelas aparências.

Esse post faz parte da blogagem coletiva com tema sugerido pelo Rotaroots e você pode ler todos os posts que eu já publiquei e se quiser participar faça parte do grupo no facebook e saiba como.

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